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A nova reforma tributária brasileira que vem sendo discutida no Congresso Nacional, traz em seu bojo, alguns aspectos que certamente causarão impactos negativos. Visando minorar tais impactos e colaborar com a PEC-110 (Proposta de Emenda Constitucional) que irá a plenário na C.C.J do Senado no próximo dia 23; o Sindicato das Indústrias de Laticínios do Estado de Goiás – SINDILEITE-GO fez acontecer reunião na última sexta-feira, para tratar especificamente das estratégias com representantes de vários setores da economia buscando sugestões para que a nova lei não prejudique os seguimentos produtivos (primário e industrial).

Participaram do evento de formas presencial e virtual, – o Diretor Executivo do Sindileite-Goiás Alfredo Luiz Correia que coordenou o encontro; André Rocha, vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás – FIEG e presidente dos Sindicatos das Indústrias do Açúcar e Álcool do Estado de Goiás; Cláudio Henrique Oliveira e Andréia Vecchi, assessores econômicos da FIEG; Marcelo Costa Martins, membro do Sindileite-GO; Flávio Rodovalho, representando a Adial-Goiás (Associação Pró-Desenvolvimento Industrial de Goiás) e Edwal Freitas Portilho (Tchequinho) – presidente executivo da Adial-Go; Herculano Anghinetti presidente da Adial Brasil; Eduardo Lourenço do Instituto Renovar Agro e Eduardo Zuppani – presidente do Conselho Temático de Assuntos Tributários da FIEG.

As modificações na reforma tributária que interessam aos diversos seguimentos apresentados pelo Eng. Agrônomo Marcelo Martins, e no caso especifico na visão do Sindileite-GO, serão os impactos tributários de cerca de 75% sobre o processamento de alguns produtos assim distribuídos: leite UHT – 29%; Leite em pó – 26%; Muçarela – 17%; Iogurte – 3% e outros 25%. Esse impacto de 75% sobre o processamento, equivale a R$ 2,2 bilhões/ano.

Na visão do Sindileite-Goiás, principalmente as indústrias são muito sacrificadas no que tange as contribuições tributárias e isso precisa ser revisto na nova reforma tributária. Como ponto importante a entidade destaca que o estorno de crédito incentivará as importações e a dúvida é se no caso da isenção personalizada, como será o estorno dos créditos propostos pela PEC-110?

 

Texto: Imprensa Sindileite-Goiás

Fotos: Federação das Indústrias do Estado de Goiás – FIEG

Autor

marcelomaren@hotmail.com

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